Ronaldo Moto Taxi
Ronaldo Moura Dantas · nasceu em 1980
Ronaldo Moto Taxi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PDT (2004), REPUBLICANOS (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, vereador, cor amarela. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ronaldo Moto Taxi declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 77 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 957,7 mil acima da inflação.
Declarou 77 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Ronaldo Moto TaxiR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Capital investido novva distribuidoraR$ 552,4 milQuotas ou quinhões de capital
- Ponto comercialR$ 195 milGalpão
- Uma casa na rua beija flor douradoR$ 186,8 milCasa
- Fiat pálio, 2009/2010, placa jsj 2223R$ 39 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em mãosR$ 16,2 milDinheiro em espécie
- Moto honda tornadoR$ 11,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Moto Taxi declarou ao TSE R$ 67 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tucano (BA) · REPUBLICANOS · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,2 mil78,1%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.53521,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3241,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Tucano (BA), 2016
Ronaldo Moto Taxi: R$ 13,4 por voto (mediana da disputa, R$ 23,2). Quem venceu, Conceicao Do Arilton, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,5; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ronaldo Moto Taxi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Seixas PSDR$ 27 mil · 791 votosR$ 34,5
- Adé PVR$ 20 mil · 708 votosR$ 28,6
- Wilson Do Rio Do Peixe MDBR$ 18 mil · 662 votosR$ 27,6
- Romilson Oliveira PROSR$ 24 mil · 939 votosR$ 25,3
- Branca PSBR$ 26 mil · 1.103 votosR$ 23,5
- Maísa PSBR$ 22 mil · 920 votosR$ 23,5
- Nadinho PLR$ 24 mil · 1.053 votosR$ 23,2
- Belmiro PLR$ 15 mil · 809 votosR$ 18,8
- Carlinhos Do Mestre Velho PSDBR$ 20 mil · 1.230 votosR$ 15,9
- Marcos Do Raio X PTBR$ 26 mil · 1.845 votosR$ 14
- Ronaldo Moto Taxi REPUBLICANOSR$ 21 mil · 1.546 votosR$ 13,4
- Conceicao Do Arilton PSLR$ 16 mil · 1.252 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2016, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 424 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.