Ronaldo Correia
Ronaldo Medeiros Correia · nasceu em 1968
Ronaldo Correia disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Itanhém (BA)), pelo PC do B: eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ronaldo Correia declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 96 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 96 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Ronaldo CorreiaR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial situada a praça castro alvesR$ 406,2 milOutros bens imóveis
- Uma propriedade ruralR$ 243,7 milOutros bens imóveis rural
- Toyota hilux cd 4X4 srvR$ 215,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Aplicação BB CDB diR$ 175,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Uma propriedade rural adquirida em 04/10/2000 por doação…R$ 137,1 milOutros bens imóveis rural
- Uma propriedade rural adquirida em 12/02/2000 por doação…R$ 46 milOutros bens imóveis rural
- Uma propriedade rural adquirida em 25/06/2001 por doação…R$ 24,7 milOutros bens imóveis rural
- Capital social junto a cooperativa de credito livre…R$ 1.777Quotas ou quinhões de capital
- Saldo em conta correnteR$ 640Conta corrente no país
- Conta corrente junto ao banco do nordeste do brasil…R$ 382Fundo de Curto Prazo
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Ronaldo Correia declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Itanhém (BA) · PC do B · eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 11,5 mil74%
- Próprio bolsoR$ 4.04826%
Para onde foi
- Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 3.88624,9%
- TransporteTudo de Correia & Correia LtdaR$ 3.84924,7%
- EventosR$ 9235,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6484,2%
- EscritórioR$ 4002,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Itanhém (BA), 2016
Ronaldo Correia: R$ 18,4 por voto (mediana da disputa, R$ 18,4). Quem venceu, Nem Mendes, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 30,6; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ronaldo Correia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Luiz PPR$ 6,6 mil · 215 votosR$ 30,6
- Caboquinho Porto DEMR$ 18 mil · 672 votosR$ 26,7
- Audrey Correia PLR$ 13 mil · 493 votosR$ 25,4
- Bara Ribeiro PTBR$ 6,8 mil · 270 votosR$ 25,3
- Sasdelli Resende PSDBR$ 7,3 mil · 342 votosR$ 21,3
- Andre Correia PHSR$ 7,8 mil · 391 votosR$ 20
- Ronaldo Correia PC do BR$ 16 mil · 848 votosR$ 18,4
- Marquinhos De Ibiraja PSBR$ 11 mil · 661 votosR$ 16,5
- Dema PTR$ 8,5 mil · 520 votosR$ 16,4
- Nem Mendes PPR$ 13 mil · 832 votosR$ 15,9
- Dr Roberto PDTR$ 6,3 mil · 403 votosR$ 15,6
- Gutemberg Guê DEMR$ 7,3 mil · 497 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2016, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.