Ronaldo Broa
Ronaldo Jose Alves da Silveira · nasceu em 1969
Ronaldo Broa se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2012–2016), PV (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ronaldo Broa declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Ronaldo BroaR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Participacao societariaR$ 552,3 milQuotas ou quinhões de capital
- Um loteR$ 331,4 milTerreno
- 25% De um loteamentoR$ 220,9 milTerreno
- Jeep 2022R$ 187,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma casa av dias paesR$ 165,7 milCasa
- Um caminhão 1620R$ 110,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro hiluxR$ 110,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhao 1620R$ 110,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Mercedes bensR$ 77,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Disbponibilidade bancariaR$ 77,3 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Broa declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 25 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Divinésia (MG) · PV · não eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 17,5 mil68,8%
- Próprio bolsoR$ 7.94031,2%
Para onde foi
- OutrosTudo de 12.539.497 Danilo Xavier Da SilvaR$ 3.28141,3%
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 1.85923,4%
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 1.09413,8%
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 1.09413,8%
- Material impressoTudo de Denilson De Oliveira Alves 12215875607R$ 6127,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Divinésia (MG), 2024
Ronaldo Broa: R$ 4,77 por voto (mediana da disputa, R$ 4,77). Quem venceu, Cirlei, gastou R$ 18,2 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ronaldo Broa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cirlei PODER$ 49 mil · 2.703 votosR$ 18,2
- Ronaldo Broa PVR$ 7,9 mil · 1.666 votosR$ 4,77
Votos por real
- 2024, prefeito: 210 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 79 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.