Ronaldo Alvim
Ronaldo Ligiero Alvim · nasceu em 1949
Ronaldo Alvim se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: MDB (2006), PSDB (2008), PSL (2010), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroPSL 1711· direitasuplente676 votos; 502º mais votado de 751 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroMDB 15100· centrosuplente4.151 votos; 274º mais votado de 1.377 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Ronaldo Alvim teve 676 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 502º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. Miracema deu 38,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Ronaldo Alvim declarou R$ 1.236 em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 255, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 10% da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2010.
- Ronaldo AlvimR$ 1.236
- Mediana dos candidatosR$ 12,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Cotas de capital na firma comércio gás lajense LTDAR$ 247Quotas ou quinhões de capital
- Cotas de capital na firma rpj ind. com. rep. LTDAR$ 247Quotas ou quinhões de capital
- Cotas de capital na firma lr terraplanagem LTDAR$ 247Quotas ou quinhões de capital
- Cotas de capital na firma remir ind. com. LTDAR$ 247Quotas ou quinhões de capital
- Cotas de capital na firma indústria de massas e…R$ 247Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Alvim declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Miracema (RJ) · PSDB · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 5.16597,5%
- EmpresasR$ 1342,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Miracema (RJ), 2008
Ronaldo Alvim: R$ 27 por voto (mediana da disputa, R$ 27). Quem venceu, Ivany Samel, gastou R$ 2,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 92,5; o mais barato, R$ 2,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ronaldo Alvim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cabreira PPR$ 46 mil · 501 votosR$ 92,5
- Reginaldo Rizzo PDTR$ 30 mil · 804 votosR$ 36,8
- Ronaldo Alvim PSDBR$ 5,3 mil · 196 votosR$ 27
- Gutemberg PVR$ 71 mil · 7.241 votosR$ 9,78
- Ivany Samel MDBR$ 21 mil · 8.036 votosR$ 2,62
Votos por real
- 2008, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 186 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.