Apuração
Prefeito · 2024 · PT

Romi da Serra

Romi Proença · nasceu em 1964

Romi da Serra se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPT+0,11← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2012PDT2014PL2016PL2020PL2024PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2008–2012), PL (2014–2020), PT (2024).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPDTPLPT’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PT 13· esquerda
    não eleito570 votos, 2,2%
  2. 2020
    PL 22· direita
    não eleito339 votos, 1,9%
  3. 2016
    PL 22222· direita· na urna, Romi
    não eleito
  4. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PL 22288· direita· na urna, Romi Casimiro
    suplente714 votos; 688º mais votado de 1.846 no estado
  5. 2012
    PDT 12000· centro-esquerda· na urna, Romi
    não eleito
  6. 2008
    PDT 12123· centro-esquerda· na urna, Romi
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Romi da Serra teve 714 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 688º lugar entre 1.846 candidatos.

Recebeu votos em 41 cidades. Casimiro de Abreu deu 39,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.

714 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 714 votos.
  1. Casimiro de Abreu (RJ)283 votos39,6%
  2. Macaé (RJ)83 votos11,6%
  3. Rio de Janeiro (RJ)50 votos7%
  4. Magé (RJ)44 votos6,2%
  5. Nova Friburgo (RJ)37 votos5,2%
  6. Outras 26 cidades64 votos9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Romi da Serra declarou R$ 557,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 153,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 557,9 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 505.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2024.

  • Romi da SerraR$ 557,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 322,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 442,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 557,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Casa em 2. pavimentoR$ 220,9 mil
    Casa
  2. Loja andar térreoR$ 110,5 mil
    Loja
  3. Casa em lateral de terrenoR$ 110,5 mil
    Casa
  4. Toyota BandeiranteR$ 44,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Casa de fundos de terrenoR$ 44,2 mil
    Casa
  6. Motocicleta HondaR$ 16,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Loja em construçãoR$ 11 mil
    Construção

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Romi da Serra declarou ao TSE R$ 311 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 284 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Prefeito · Casimiro de Abreu (RJ) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 284,4 mil
100% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 284,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoasR$ 27< 0,1%

Para onde foi

R$ 294,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 294,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal105 pessoas, não nomeadasR$ 188,2 mil63,9%
  2. OutrosR$ 9.8433,3%
  3. EscritórioR$ 3.2871,1%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1.0940,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Casimiro de Abreu (RJ), 2024

Romi Da Serra: R$ 516 por voto (mediana da disputa, R$ 92). Quem venceu, Ramon, gastou R$ 55,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 516; o mais barato, R$ 55,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Romi Da Serra. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, prefeito: 1,9 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 103 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.