Romário
Romário da Cruz Silva · nasceu em 1967
Romário se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PL (2008–2012), PSL (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Romário declarou R$ 653,6 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 477,2 mil acima da inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- RomárioR$ 653,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Sítio de dois alqueires e meio sito à Estrada da Barra s/nR$ 574,6 milOutros bens imóveis rural
- Caminhonete A10 a dieselR$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda Civic LXR$ 18,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Microtrator Tobata 09 HPR$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Kombi ano 1987R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Pegeot 106, ano 1997/98, placa ABF-0408R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Romário declarou ao TSE R$ 9,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,2 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Antonina (PR) · PSL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Antonina (PR), 2020
Romário: R$ 20,2 por voto (mediana da disputa, R$ 23,9). Quem venceu, Professor Diogo, gastou R$ 11 por voto. O voto mais caro custou R$ 386; o mais barato, R$ 11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Romário. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cida Fernandes REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 11 votosR$ 386
- Michelle Pimentel REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 27 votosR$ 157
- Preta PSDR$ 4,9 mil · 36 votosR$ 137
- Roberto Fernandes PSLR$ 17 mil · 208 votosR$ 79,6
- Darlene Cassilha PSDR$ 3,5 mil · 48 votosR$ 73,7
- Tharson Assanuma PSLR$ 6,4 mil · 266 votosR$ 24,2
- Sargento Jaime PSLR$ 5,1 mil · 213 votosR$ 23,9
- Romário PSLR$ 4,2 mil · 210 votosR$ 20,2
- Hélio PSLR$ 5,2 mil · 284 votosR$ 18,5
- Zé Boiadeiro PSDR$ 5,2 mil · 325 votosR$ 16,1
- Claudineia Cabral DEMR$ 2,6 mil · 183 votosR$ 14,2
- Professor Diogo PSCR$ 5,2 mil · 475 votosR$ 11
Votos por real
- 2020, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 181 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 205 votos por R$ 1.000, 9,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.