Rogerio (tijolinho)
Rogerio Diniz de Souza · nasceu em 1965
Rogerio (tijolinho) se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Rogerio (tijolinho) declarou R$ 585,1 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Rogerio (tijolinho)R$ 585,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Imovel residencial na rua josé de oliveira costa chapadaR$ 188,7 milImóveis
- Imovel residencial na rua dr. nelson romanelliR$ 134,8 milImóveis
- Imovel residencial na rua das irmas da previdencia de gapR$ 107,9 milDinheiro e aplicações
- Automovel 2008R$ 89 milVeículos, barcos e aeronaves
- Automovel kombi ano 1996R$ 32,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Automovel uno mile ano 1998R$ 32,4 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rogerio (tijolinho) declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Itamonte (MG) · PTB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 61694,3%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 375,7%
Para onde foi
- OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 09909749000120R$ 375,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Itamonte (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Claudemir Mendes - Pinóquio, gastou R$ 5,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 553; o mais barato, R$ 5,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mario Augusto PPR$ 1,7 mil · 3 votosR$ 553
- Pierre Fabiano Silva Mendes PLR$ 3,2 mil · 105 votosR$ 30,3
- Izamar Reis Passos DEMR$ 1,6 mil · 54 votosR$ 28,9
- Claudio Do Jornal PTR$ 2,7 mil · 112 votosR$ 24,1
- Alessandra Lima PC do BR$ 2 mil · 115 votosR$ 17,3
- Paulinho Migáia DEMR$ 3,2 mil · 190 votosR$ 16,6
- Silvinho PTR$ 7,3 mil · 528 votosR$ 13,8
- Marcia Do Picu DEMR$ 4,7 mil · 378 votosR$ 12,3
- Marcelo Pinto DEMR$ 9,6 mil · 846 votosR$ 11,3
- Adelson Buitrago PPR$ 2 mil · 215 votosR$ 9,12
- Ana Peres PSDBR$ 2,8 mil · 449 votosR$ 6,29
- Claudemir Mendes - Pinóquio PTBR$ 2,3 mil · 396 votosR$ 5,90
Votos por real
- 2008, vereador: 274 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.