Claudemir Mendes Pinóquio
Claudemir Mendes · nasceu em 1965
Claudemir Mendes Pinóquio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Itamonte (MG)PTB 14123· centro-direita· na urna, Claudemir Mendes - Pinóquioeleito396 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudemir Mendes Pinóquio declarou R$ 242,1 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 115,4 mil acima da inflação.
Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Claudemir Mendes PinóquioR$ 242,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Terreno com área de 5 alqueiresR$ 162,5 milTerreno rural
- Fiat uno way ano 2014R$ 39 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat uno ano 2011R$ 29,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta honda nxr 150 bros ES ano 2006R$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Vw/fusca 1500 ano 1972R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudemir Mendes Pinóquio declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Itamonte (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 82362,3%
- PartidoR$ 26019,7%
- PessoasR$ 23818%
Para onde foi
- Material impressoR$ 93170,5%
- OutrosR$ 21716,4%
- ServiçosR$ 1088,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 654,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Itamonte (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 27,5 por voto. Quem venceu, Ana Peres, gastou R$ 6,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 6,03.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Wanderley Da Saúde PTR$ 7 mil · 51 votosR$ 137
- Adryane PSDR$ 14 mil · 144 votosR$ 97,5
- Edson PSDBR$ 9,2 mil · 163 votosR$ 56,2
- Sr. Carlito MDBR$ 4,6 mil · 82 votosR$ 56,1
- Flavio Professor PPLR$ 5,7 mil · 149 votosR$ 38,1
- Silvinho PTR$ 7,5 mil · 226 votosR$ 33,3
- Adelson DEMR$ 3,7 mil · 136 votosR$ 27,5
- Tiago Tijolinho PSDBR$ 3,1 mil · 112 votosR$ 27,3
- João Pedro PSDBR$ 3,1 mil · 252 votosR$ 12,3
- Thiago Barbosa PPR$ 3,1 mil · 259 votosR$ 11,9
- Pedrinho Do Carlos Bento PPR$ 4,8 mil · 604 votosR$ 7,86
- Ana Peres PSDBR$ 2,4 mil · 399 votosR$ 6,03
Votos por real
- 2012, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 170 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.