Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Rogerio Professor

Rogerio Sotero da Silva · nasceu em 1975

Rogerio Professor disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tibau do Sul (RN)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Tibau do Sul (RN)
    MDB 15111· centro-direita
    suplente185 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Rogerio Professor declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 19,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.

  • Rogerio ProfessorR$ 19,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 19,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Rogerio Professor declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Tibau do Sul (RN) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 12,4 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 5.06640,8%
  2. PessoasR$ 4.76438,3%
  3. Outros candidatosR$ 2.59920,9%

Para onde foi

R$ 12,3 mil
O maior gasto foi com transporte: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,3 mil.
  1. TransporteR$ 6.28651,1%
  2. ServiçosR$ 2.76422,5%
  3. Material impressoR$ 2.40619,6%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 8106,6%
  5. EventosR$ 280,2%
  6. EscritórioR$ 5< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Tibau do Sul (RN), 2016

Rogerio Professor: R$ 66,5 por voto (mediana da disputa, R$ 47,9). Quem venceu, Rocha, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 224; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rogerio Professor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rosário PDTR$ 10 mil · 45 votosR$ 224
  • Natiluse Galvão MDBR$ 11 mil · 74 votosR$ 142
  • Ira Medeiros PLR$ 10 mil · 102 votosR$ 99,9
  • Rogerio Professor MDBR$ 12 mil · 185 votosR$ 66,5
  • Joca Boleiro PLR$ 15 mil · 250 votosR$ 58,3
  • Zinho PLR$ 12 mil · 227 votosR$ 51,6
  • Leandro PLR$ 12 mil · 259 votosR$ 47,9
  • Adecio Marinho PDTR$ 16 mil · 414 votosR$ 38,9
  • Mano Do Camarão PLR$ 20 mil · 547 votosR$ 37,3
  • Mourinha PLR$ 20 mil · 566 votosR$ 35,7
  • Celia Carneiro PSBR$ 18 mil · 506 votosR$ 34,9
  • Rocha PTBR$ 9,9 mil · 868 votosR$ 11,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.