Rogerio
Amaro Ferreira da Silva · nasceu em 1951
Rogerio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PHS (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rogerio declarou R$ 477,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 331,3 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Propriedade agricola-fazenda ouro branco- escada-peR$ 146,2 milTerreno rural
- 01 Casa loc. na rua engenheiro alves de souzaR$ 130 milCasa
- Automovel marca mitsubishi- L200- triton-gls ano 2013R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parcela agricola no eng. costituinte-parcela 265-ESCADA-PER$ 65 milTerreno
- 01 Parcela agricola no eng. itaperuçu-parcela 213…R$ 32,5 milTerreno
- Automovel marca fiat strada ano 2005R$ 22,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rogerio declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Escada (PE) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12,1 mil99,3%
- Outros candidatosR$ 810,7%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 4864%
- ServiçosR$ 810,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Escada (PE), 2016
Rogerio: R$ 8,31 por voto (mediana da disputa, R$ 10,5). Quem venceu, Eduardo Do Arretado, gastou R$ 6,87 por voto. O voto mais caro custou R$ 175; o mais barato, R$ 6,87.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rogerio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Denise PDTR$ 9,3 mil · 53 votosR$ 175
- Severino Meu Filho CIDADANIAR$ 14 mil · 186 votosR$ 75,7
- Dr. Márcia MDBR$ 13 mil · 365 votosR$ 34,4
- Quinha PTR$ 5,6 mil · 208 votosR$ 26,8
- Vanda De Edvan PSCR$ 9,3 mil · 511 votosR$ 18,1
- Paulinho DCR$ 11 mil · 716 votosR$ 15,7
- Antonio Rufino Binho PTBR$ 11 mil · 1.058 votosR$ 10,5
- Ureia PATRIOTAR$ 7,9 mil · 929 votosR$ 8,45
- Rogerio PSDR$ 12 mil · 1.467 votosR$ 8,31
- Elias Ribeiro SOLIDARIEDADER$ 8,4 mil · 1.050 votosR$ 7,98
- Sandra Do Matadouro MDBR$ 6 mil · 824 votosR$ 7,25
- Eduardo Do Arretado PPR$ 8 mil · 1.168 votosR$ 6,87
Votos por real
- 2016, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 246 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 175 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.