Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Rogerinho

Rogerio Soares Rodrigues · nasceu em 1975

Rogerinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PTB (2004), DEM (2008).

VereadorPartidoPTBDEM200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 33 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Juquitiba (SP)
    DEM 25123· direita
    suplente459 votos
  2. 2004
    Vereador · Juquitiba (SP)
    PTB 14123· centro-direita
    eleito418 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Rogerinho declarou R$ 27 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 27 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • RogerinhoR$ 27 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 27 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Rogerinho declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Juquitiba (SP) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 15,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,9 mil.
  1. PessoasR$ 15,7 mil98,6%
  2. Outros candidatosR$ 2251,4%

Para onde foi

R$ 15,9 mil
O maior gasto foi com outros: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,9 mil.
  1. OutrosR$ 15,7 mil99%
  2. EscritórioR$ 1611%

Quanto custou cada voto: vereador, Juquitiba (SP), 2008

Rogerinho: R$ 34,6 por voto (mediana da disputa, R$ 58,5). Quem venceu, Chiquinho, gastou R$ 30 por voto. O voto mais caro custou R$ 419; o mais barato, R$ 30.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rogerinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.