Rogerinho
Rogerio Filgueiras Gomes · nasceu em 1959
Rogerinho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rogerinho declarou R$ 12,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 13,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 58% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- RogerinhoR$ 12,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rogerinho declarou ao TSE R$ 88 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 62 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Manhuaçu (MG) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 24,8 mil95,7%
- PartidoR$ 1.0284%
- PessoasR$ 810,3%
Para onde foi
- Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 3.88615%
- OutrosR$ 1380,5%
- EscritórioR$ 570,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Manhuaçu (MG), 2016
Rogeirinho: R$ 41 por voto (mediana da disputa, R$ 28,2). Quem venceu, Paulo Altino Nenem, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 92,3; o mais barato, R$ 14,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rogeirinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ceará PPR$ 10 mil · 112 votosR$ 92,3
- Senisi Rocha PDTR$ 14 mil · 174 votosR$ 79
- Fernando Chaves Teixeira PHSR$ 9,9 mil · 154 votosR$ 64,4
- Berenice Do Carlos Tur PHSR$ 25 mil · 477 votosR$ 52,3
- Rogeirinho PLR$ 26 mil · 631 votosR$ 41
- Gilson Cesar (Gilsinho) DCR$ 24 mil · 636 votosR$ 37,4
- Adalto Do Sintracom SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 602 votosR$ 28,2
- Helio Ferreira PLR$ 13 mil · 540 votosR$ 23,2
- Juninho Linhares MDBR$ 22 mil · 986 votosR$ 22,3
- Cabo Anizio PDTR$ 13 mil · 590 votosR$ 21,7
- Cabo Ferreira PPR$ 24 mil · 1.139 votosR$ 21,2
- Paulo Altino Nenem PLR$ 19 mil · 1.286 votosR$ 14,9
Votos por real
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.