Rodrigo Trevisan
nasceu em 1974
Rodrigo Trevisan se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rodrigo Trevisan declarou R$ 458,4 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.
Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Rodrigo TrevisanR$ 458,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um prédio de alvenaria residencialR$ 337,6 milCasa
- ford fiesta 2011 placa ige 3280R$ 46,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parte de um terreno urbano irregular de 86R$ 43,1 milTerreno
- ford fiesta 2008 placa ipg 7323R$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- aplicação renda fixa CDB junto ao BanrisulR$ 2.873Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Trevisan declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 15 mil, 85% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santo Ângelo (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 12,7 mil84,5%
- Próprio bolsoR$ 2.33515,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,2 mil70,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.54717,7%
- InternetR$ 1.4159,9%
- TransporteR$ 2121,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Santo Ângelo (RS), 2020
Rodrigo Trevisan: R$ 39,2 por voto (mediana da disputa, R$ 34,8). Quem venceu, Márcio Antunes, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 393; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Trevisan. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Daniela Macedo PSLR$ 52 mil · 133 votosR$ 393
- Fabinho PC do BR$ 26 mil · 437 votosR$ 58,8
- Eliseu Morin PTBR$ 12 mil · 246 votosR$ 46,9
- Rodrigo Trevisan PPR$ 14 mil · 366 votosR$ 39,2
- Vando Ribeiro MDBR$ 29 mil · 825 votosR$ 35,5
- Dionísio Faganello PDTR$ 20 mil · 579 votosR$ 34,8
- Felippe Terra Grass PDTR$ 19 mil · 812 votosR$ 22,8
- Nerison Abreu PRTBR$ 15 mil · 682 votosR$ 21,5
- Simone Lunkes PDTR$ 14 mil · 669 votosR$ 20,3
- Nivaldo Langer De Moura Nêne PPR$ 15 mil · 803 votosR$ 18,5
- Márcio Antunes MDBR$ 13 mil · 801 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.