Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Rodrigo Rugine

Rodrigo Henrique Rugine · nasceu em 1980

Rodrigo Rugine disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pilar do Sul (SP)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 28 anos, superior completo, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Pilar do Sul (SP)
    MDB 15620· centro
    suplente485 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Rodrigo Rugine declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Rodrigo RugineR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Rodrigo Rugine declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Pilar do Sul (SP) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 7.700
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.700.
  1. PessoasR$ 7.21393,7%
  2. Outros candidatosR$ 3885%
  3. Próprio bolsoR$ 991,3%

Para onde foi

R$ 7.700
O maior gasto foi com outros: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.700.
  1. OutrosR$ 6.26281,3%
  2. Material impressoR$ 1.09814,3%
  3. EscritórioR$ 1712,2%
  4. TransporteR$ 1692,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Pilar do Sul (SP), 2008

Rodrigo Rugine: R$ 15,9 por voto (mediana da disputa, R$ 15,9). Quem venceu, Marquinho, gastou R$ 6,98 por voto. O voto mais caro custou R$ 188; o mais barato, R$ 6,98.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Rugine. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Lena Da Cananéia PTR$ 5,5 mil · 29 votosR$ 188
  • Jura Mecanico PTBR$ 3,4 mil · 42 votosR$ 80,1
  • Chicão Do Pt PTR$ 10 mil · 142 votosR$ 70,9
  • Ivete Do Lanche PTR$ 4,8 mil · 114 votosR$ 42
  • João Picapau PVR$ 5,7 mil · 211 votosR$ 27,1
  • Katia Arsilla PVR$ 3,3 mil · 188 votosR$ 17,6
  • Rodrigo Rugine MDBR$ 7,7 mil · 485 votosR$ 15,9
  • Marcos Fabio PDTR$ 13 mil · 836 votosR$ 15,6
  • Miguel Pereira MDBR$ 6,4 mil · 488 votosR$ 13,1
  • Luiz Proença PVR$ 3,4 mil · 278 votosR$ 12,4
  • Nivaldo Da Casa Da Lavoura PSDBR$ 3,4 mil · 459 votosR$ 7,44
  • Marquinho PTBR$ 4,9 mil · 708 votosR$ 6,98

Votos por real

  • 2008, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.