Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Rodrigo Paixão

Rodrigo José Paixão · nasceu em 1979

Rodrigo Paixão se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,44← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PSOL2010PSOL2012PSOL2016REDE2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.

Passou por 4 partidos: PT (2004), PSOL (2008–2012), REDE (2016), PDT (2020).

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPTPSOLREDEPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Vinhedo (SP)
    PDT 12580· centro-esquerda
    eleito1.615 votos
  2. 2016
    Vereador · Vinhedo (SP)
    REDE 18250· centro
    eleito1.306 votos
  3. 2012
    Vereador · Vinhedo (SP)
    PSOL 50250· esquerda
    eleito1.077 votos
  4. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5040· esquerda· na urna, Rodrigo Paixao
    suplente3.567 votos; 353º mais votado de 1.030 no estado
  5. 2008
    Prefeito · Vinhedo (SP)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito1.660 votos, 4,5%
  6. 2004
    Vereador · Vinhedo (SP)
    PT 13456· centro-esquerda
    suplente468 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Rodrigo Paixão teve 3.567 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 353º lugar entre 1.030 candidatos.

Recebeu votos em 86 cidades. Vinhedo deu 77,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,6%.

3.567 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 3.567 votos.
  1. Vinhedo (SP)2.770 votos77,7%
  2. Campinas (SP)234 votos6,6%
  3. Valinhos (SP)84 votos2,4%
  4. São Paulo (SP)72 votos2%
  5. Louveira (SP)50 votos1,4%
  6. Outras 71 cidades120 votos3,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Rodrigo Paixão declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 4.044, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 53,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 37.500 na declaração)

Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Rodrigo PaixãoR$ 53,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 53,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Financiamento em 48 vezes argo drive 1.0 flex vermelho…R$ 43,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Biblioteca contendo 750 livrosR$ 6.751
    Outros bens móveis
  3. Videoteca com 240 dvds e fitasR$ 2.586
    Outros bens móveis
  4. MicrocomputadorR$ 1.436
    Outros bens móveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Paixão declarou ao TSE R$ 164 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 79 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Vinhedo (SP) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 16,6 mil
0% veio de fundos públicos; 14 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,6 mil.
  1. Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 13,9 mil83,4%
  2. Próprio bolsoR$ 2.76016,6%

Para onde foi

R$ 14,7 mil
O maior gasto foi com serviços: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 2481,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Vinhedo (SP), 2020

Rodrigo Paixão: R$ 9,07 por voto (mediana da disputa, R$ 13,4). Quem venceu, Marcio Melle, gastou R$ 7,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 325; o mais barato, R$ 7,11.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Paixão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 45 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.