Apuração
Deputado federal · 2018 · PSB

Rodrigo

Rodrigo Rodrigues de Souza Martins · nasceu em 1982

Rodrigo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro pelo voto; centro-esquerda pelo partido

As medidas vão de −0,25 a +0,06 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo voto ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 70% das votações, e com a maioria do próprio partido em 92%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2015–2019+0,06Pelo partidoPSB−0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2008PSB2012PSB2014PSB2018PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2014.

Sempre pelo PSB.

Dep. federalVereadorPartidoPSB200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 36 anos, superior completo, odontólogo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Piauí
    PSB 4041· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2014
    Deputado federal · Piauí
    PSB 4041· centro-esquerda
    eleito92.349 votos; 7º mais votado de 88 no estado
  3. 2012
    Vereador · Teresina (PI)
    PSB 40123· centro-esquerda· na urna, Rodrigo Martins
    eleito7.408 votos
  4. 2008
    Vereador · Teresina (PI)
    PSB 40123· centro-esquerda· na urna, Rodrigo Martins
    eleito5.636 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Rodrigo teve 92.349 votos para deputado federal, 5,3% dos votos válidos do estado: 7º lugar entre 88 candidatos.

Recebeu votos em 223 cidades. Teresina deu 27,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 55,2%.

92.349 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 92.349 votos.
  1. Teresina (PI)25.687 votos27,8%
  2. Paulistana (PI)3.325 votos3,6%
  3. Picos (PI)3.027 votos3,3%
  4. Floriano (PI)2.311 votos2,5%
  5. Oeiras (PI)1.869 votos2%
  6. Outras 208 cidades41.339 votos44,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Rodrigo declarou R$ 352,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2018, o total caiu R$ 100,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 352,4 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 231.558 na declaração)

Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Piauí em 2018.

  • RodrigoR$ 352,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 352,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Rodrigo declarou ao TSE R$ 1,4 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 866 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Piauí · PSB · eleito

De onde veio

R$ 866 mil
0% veio de fundos públicos; 118 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 866 mil.
  1. Pessoas118 pessoas, não nomeadasR$ 518,9 mil59,9%
  2. Próprio bolsoR$ 153,6 mil17,7%
  3. EmpresasTudo de Construtora Rio Itaim Ltda - MeR$ 119 mil13,7%
  4. PartidoTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 57,6 mil6,7%
  5. Outros candidatosR$ 16,9 mil1,9%

Para onde foi

R$ 861,9 mil
O maior gasto foi com transporte: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 861,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 43 mil5%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 37,6 mil4,4%
  3. PessoalR$ 36,1 mil4,2%
  4. EventosR$ 4.6080,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Piauí, 2014

Rodrigo: R$ 9,33 por voto (mediana da disputa, R$ 22,7). Quem venceu, Capitão Fabio Abreu, gastou R$ 4,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 4,44.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 107 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.