Apuração
Prefeito · 2020 · PSOL

Rodrigo Koblitz

Rodrigo Vasconcelos Koblitz · nasceu em 1973

Rodrigo Koblitz disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Teresópolis (RJ)), pelo PSOL: não eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSOL2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Teresópolis (RJ)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito1.154 votos, 1,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Rodrigo Koblitz declarou R$ 284,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 284,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 198.090 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2020.

  • Rodrigo KoblitzR$ 284,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 333,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 551,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 284,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Consignado no Banco OléR$ 126,6 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  2. Consignado no Banco OléR$ 73,9 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  3. Consignado no Banco OléR$ 36,6 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  4. Consignado no Banco OléR$ 18,5 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  5. Moto ano 2019/2020R$ 12,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Consignado no Banco OléR$ 11,9 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  7. BB agencia 3603-x c/c 119241-8R$ 4.884
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Rodrigo Koblitz declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, em reais de hoje, 92% de dinheiro público.

2020 · Prefeito · Teresópolis (RJ) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 20,8 mil
92% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,8 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Rio De Janeiro - Rj - EstadualR$ 19,2 mil92,2%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.4867,1%
  3. Próprio bolsoR$ 1420,7%

Para onde foi

R$ 20,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal8 pessoas, não nomeadasR$ 8.74642,2%
  2. ServiçosR$ 7363,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Teresópolis (RJ), 2020

Rodrigo Koblitz: R$ 18 por voto (mediana da disputa, R$ 22,1). Quem venceu, Vinicius Claussen, gastou R$ 19,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 4,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Koblitz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 56 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.