Apuração
Vereador · 2008 · PV

Rodrigo do 1,99

Rodrigo Luis de Castro · nasceu em 1974

Rodrigo do 1,99 disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Santo Antônio da Alegria (SP)), pelo PV: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPV2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 34 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PV 43199· centro-esquerda
    suplente68 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Rodrigo do 1,99 declarou R$ 296,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 296,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 110.000 na declaração)

Declarou 6,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Rodrigo do 1,99R$ 296,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 296,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Rodrigo do 1,99 declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Santo Antônio da Alegria (SP) · PV · suplente

De onde veio

R$ 3.706
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.706.
  1. Próprio bolsoR$ 3.66899%
  2. PessoasR$ 371%

Para onde foi

R$ 3.706
O maior gasto foi com outros: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.706.
  1. OutrosR$ 2.04655,2%
  2. Material impressoR$ 64317,3%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 53514,5%
  4. ServiçosR$ 2687,2%
  5. TransporteR$ 2065,6%
  6. EscritórioR$ 80,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Santo Antônio da Alegria (SP), 2008

Rodrigo Do 1,99: R$ 54,5 por voto (mediana da disputa, R$ 35,2). Quem venceu, Licinho, gastou R$ 9,06 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 9,06.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Do 1,99. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Joaquim Quintilhano PVR$ 2 mil · 18 votosR$ 113
  • Rodrigo Do 1,99 PVR$ 3,7 mil · 68 votosR$ 54,5
  • Ismael Garcia CIDADANIAR$ 2,6 mil · 56 votosR$ 45,6
  • Joao Braz Alecrim CIDADANIAR$ 8,7 mil · 216 votosR$ 40,5
  • Jesulei PSCR$ 4,9 mil · 122 votosR$ 39,9
  • Luizinho Cesário MDBR$ 2,3 mil · 64 votosR$ 35,9
  • João Carioca PSDBR$ 4,2 mil · 119 votosR$ 35,2
  • Nori PTR$ 2 mil · 58 votosR$ 34,6
  • Saul PTR$ 2,5 mil · 74 votosR$ 33,4
  • Silvana Mateus CIDADANIAR$ 1,9 mil · 68 votosR$ 28,6
  • Elder PSBR$ 2,5 mil · 144 votosR$ 17,7
  • Licinho CIDADANIAR$ 2,6 mil · 285 votosR$ 9,06

Votos por real

  • 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.