Rodrigo Correia
Rodrigo Arruda Correia de Oliveira · nasceu em 1977
Rodrigo Correia se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PDT (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 30 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Rodrigo Correia declarou R$ 283,1 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Rodrigo Correia declarou ao TSE R$ 9,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Buenos Aires (PE) · PTB · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 8.47185,2%
- Próprio bolsoR$ 1.46614,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Buenos Aires (PE), 2004
Rodrigo Correia: R$ 25,3 por voto (mediana da disputa, R$ 21). Quem venceu, Pedro Virginio, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,8; o mais barato, R$ 13,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Correia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antonio Horacio PPR$ 7,3 mil · 205 votosR$ 35,8
- Eronildo PSDBR$ 6,5 mil · 201 votosR$ 32,4
- Barbosa PSDBR$ 5,5 mil · 199 votosR$ 27,7
- Egidio Carneiro PTBR$ 5,1 mil · 199 votosR$ 25,9
- Armando MDBR$ 6,7 mil · 262 votosR$ 25,7
- Rodrigo Correia PTBR$ 9,9 mil · 393 votosR$ 25,3
- João Targino PTBR$ 8,8 mil · 418 votosR$ 21
- Naelson PSBR$ 5,2 mil · 254 votosR$ 20,6
- Albino PSBR$ 5,9 mil · 309 votosR$ 19
- Cláudio MDBR$ 6,2 mil · 355 votosR$ 17,6
- Gyan De Neuza MDBR$ 4,6 mil · 288 votosR$ 15,8
- Pedro Virginio PSBR$ 5 mil · 374 votosR$ 13,4
Votos por real
- 2004, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.