Rodrigo Barboza
Rodrigo Barboza Viana Delgado · nasceu em 1983
Rodrigo Barboza se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rodrigo Barboza declarou R$ 919,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 902,4 mil acima da inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Rodrigo BarbozaR$ 919,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imóvel na Rua Vereador Roberto GelsomineR$ 729,7 milApartamento
- Toyota CorollaR$ 143,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Rodrigo Barboza sociedade de advogadosR$ 28,7 milQuotas ou quinhões de capital
- Seguro de vida PrudentialR$ 15,1 milOutros bens e direitos
- Seguro de vida PrudentialR$ 1.650Outros bens e direitos
- Seguro de vida PrudentialR$ 1.105Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Barboza declarou ao TSE R$ 321 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 245 mil, 73% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Guarujá (SP) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Republicanos - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 168,4 mil68,8%
- Próprio bolsoR$ 49,6 mil20,3%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 16,2 mil6,6%
- Outros candidatosR$ 10,5 mil4,3%
Para onde foi
- Serviços30 pessoas, não nomeadasR$ 62,4 mil28,2%
- OutrosR$ 7.5013,4%
- EscritórioR$ 5410,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Guarujá (SP), 2020
Rodrigo Barboza: R$ 62,6 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). Quem venceu, Dr. Válter Suman, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 294; o mais barato, R$ 8,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Barboza. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- André Guerato PSDBR$ 664 mil · 2.263 votosR$ 294
- Rodrigo Barboza REPUBLICANOSR$ 221 mil · 3.535 votosR$ 62,6
- Luciana Salituri PATRIOTAR$ 50 mil · 1.912 votosR$ 25,9
- Dedé Do Adélia DEMR$ 152 mil · 6.451 votosR$ 23,6
- Miguel Calmon PRTBR$ 235 mil · 12.440 votosR$ 18,9
- Dr. Válter Suman PSBR$ 1,3 milhão · 112.672 votosR$ 11,6
- Magaiver PODER$ 69 mil · 6.113 votosR$ 11,2
- Prof Valter Batista PSOLR$ 19 mil · 2.111 votosR$ 8,97
- Sergio Zagarino DCR$ 12 mil · 1.386 votosR$ 8,90
Votos por real
- 2020, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.