Apuração
Vereador · 2012 · AVANTE

Rodrigo Badu

Rodrigo Lucas · nasceu em 1979

Rodrigo Badu disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Centralina (MG)), pelo AVANTE: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,24← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoAVANTE2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 32 anos, ensino médio, gerente. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Centralina (MG)
    AVANTE 70123· centro-direita
    eleito424 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Rodrigo Badu declarou R$ 770,3 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 770,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 351.548 na declaração)

Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Rodrigo BaduR$ 770,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 770,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Caminhao trac/c. trator scania/ T113 h 4X2 360R$ 273,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Um tra/c. tratorR$ 230,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Uma camionete c duplaR$ 124,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Uma car/s. reboque/c. aberta ano/modelo 2002DE cor brancaR$ 76,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Imovel residencial sitio a av. toninho vicenteR$ 43,8 mil
    Casa rural
  6. Uma car/s. reboque/c.abertaR$ 13,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Conta corrente banco do brasil S/AR$ 7.481
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Rodrigo Badu declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Centralina (MG) · AVANTE · eleito

De onde veio

R$ 12,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 12,3 mil96,9%
  2. PartidoR$ 3943,1%

Para onde foi

R$ 12,7 mil
O maior gasto foi com outros: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impresso1 pessoas, não nomeadasR$ 3.24925,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Centralina (MG), 2012

Rodrigo Badu: R$ 30 por voto (mediana da disputa, R$ 37,4). Quem venceu, Sonia Fest, gastou R$ 7,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 116; o mais barato, R$ 7,53.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Badu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.