Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Rodrigo

Rodrigo Alexandre Bortolosse · nasceu em 1976

Rodrigo disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Pedranópolis (SP)), pelo PSD: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSD2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Pedranópolis (SP)
    PSD 55123· direita
    eleito114 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Rodrigo declarou R$ 45,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 45,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 28.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • RodrigoR$ 45,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 45,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Rodrigo declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Pedranópolis (SP) · PSD · eleito

De onde veio

R$ 1.948
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.948.
  1. Próprio bolsoR$ 86344,3%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 81041,6%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Marcos Adriano Da Silva PrefeitoR$ 27514,1%

Para onde foi

R$ 1.948
O maior gasto foi com pessoal: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.948. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 81041,6%
  2. ServiçosTudo de Eleicao 2016 Marcos Adriano Da Silva PrefeitoR$ 27514,1%
  3. Material impressoR$ 713,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Pedranópolis (SP), 2016

Rodrigo: R$ 17,1 por voto (mediana da disputa, R$ 26,6). Quem venceu, Cheila, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 54,5; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Grazieli PSDR$ 1,3 mil · 23 votosR$ 54,5
  • Marco Lollo PSBR$ 2,5 mil · 54 votosR$ 45,7
  • Geny Costureira PSBR$ 1,3 mil · 32 votosR$ 41
  • Ricardo DEMR$ 2,8 mil · 72 votosR$ 38,8
  • Joãozinho Da Ambulancia PSBR$ 1,5 mil · 40 votosR$ 37,8
  • Dede PATRIOTAR$ 2,5 mil · 89 votosR$ 28,6
  • Luiz Reginaldo PTBR$ 2,9 mil · 110 votosR$ 26,6
  • Odilia PSDBR$ 1,7 mil · 72 votosR$ 23,2
  • Fausto PSDBR$ 1,6 mil · 84 votosR$ 19,3
  • Rodrigo PSDR$ 1,9 mil · 114 votosR$ 17,1
  • Neno Vovo PSBR$ 1,8 mil · 128 votosR$ 13,7
  • Cheila CIDADANIAR$ 1,3 mil · 105 votosR$ 12,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.