Rodrigo
Rodrigo Getelina · nasceu em 1973
Rodrigo se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rodrigo declarou R$ 290,1 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 84,1 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- RodrigoR$ 290,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 11 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Apartamento n. 101R$ 243,7 milApartamento
- Disponibilidade em meu poderR$ 16,2 milDinheiro em espécie
- 50% Da parte ideal correspondente a 20% de um imóvel…R$ 16,2 milCasa
- Participação societária na empresa genaro loteriasR$ 6.499Bens da atividade autônoma
- Saldo em conta corrente na CEFR$ 5.974Conta corrente no país
- Revólver marca rossiR$ 812Outros bens móveis
- Saldo em conta de poupança CEFR$ 304Caderneta de poupança
- Linha telefônica nr 33431478R$ 162Linha telefônica
- Saldoi em conta de poupança sicrediR$ 102Caderneta de poupança
- Quota capitalR$ 57Quotas ou quinhões de capital
- Saldo em conta de poupança banrisulR$ 6Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rodrigo declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sananduva (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.71890%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 97210%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.45715%
Quanto custou cada voto: vereador, Sananduva (RS), 2016
Rodrigo: R$ 12,5 por voto (mediana da disputa, R$ 15,4). Quem venceu, Polli, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 59; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ciro PVR$ 13 mil · 225 votosR$ 59
- Neucir Benetti PTR$ 13 mil · 353 votosR$ 35,5
- Joceli Maria Alves (Joce) PTR$ 8,1 mil · 288 votosR$ 28
- Dudu Nascimento MDBR$ 7,8 mil · 309 votosR$ 25,2
- Nhenho PSDBR$ 12 mil · 478 votosR$ 24,6
- Lorinaldo Bernardi PTBR$ 11 mil · 524 votosR$ 21,2
- Eliani Mezadri PPR$ 8,2 mil · 530 votosR$ 15,4
- Zanin Da Colonial PVR$ 11 mil · 729 votosR$ 14,9
- Vanderlei Perondi PTR$ 11 mil · 793 votosR$ 13,8
- Rodrigo PPR$ 9,7 mil · 776 votosR$ 12,5
- Vermelho Pansera MDBR$ 9,1 mil · 729 votosR$ 12,5
- Polli PTR$ 7,3 mil · 722 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.