Rodrigo
Rodrigo Ferreira de Mendonça · nasceu em 1978
Rodrigo se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSL (2012), PSDB (2016–2018), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio de JaneiroPSDB 4511· direita· na urna, Rodrigo Borgessuplente2.217 votos; 324º mais votado de 1.046 no estado
- 2016Vereador · Saquarema (RJ)PSDB 45611· centro-direita· na urna, Rodrigo Borgescandidatura não chegou à urna
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Rodrigo teve 2.217 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 324º lugar entre 1.046 candidatos.
Recebeu votos em 50 cidades. Saquarema deu 54,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rodrigo declarou R$ 223,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 108,4 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rodrigo declarou ao TSE R$ 131 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 84 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Saquarema (RJ) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- OutrosTudo de Caminhos Da Cultura Promocoes E Eventos LtdaR$ 8.49130%
- InternetR$ 4251,5%
- TransporteR$ 2931%
- EscritórioR$ 640,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Saquarema (RJ), 2020
Rodrigo: R$ 5,45 por voto (mediana da disputa, R$ 37,7). Quem venceu, Manoela Peres, gastou R$ 37,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,4; o mais barato, R$ 5,45.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renato Ribeiro SOLIDARIEDADER$ 131 mil · 2.208 votosR$ 59,4
- Luciana Queiroz PSBR$ 38 mil · 768 votosR$ 49,1
- Manoela Peres DEMR$ 1,3 milhão · 34.960 votosR$ 37,7
- Marcio Motta PSDR$ 28 mil · 1.171 votosR$ 24,2
- Rodrigo REPUBLICANOSR$ 28 mil · 5.190 votosR$ 5,45
Votos por real
- 2020, prefeito: 184 votos por R$ 1.000, 6,9 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 29 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.