Apuração
Prefeito · 2016 · PSOL

Roberto Yamada

Roberto Itiro Yamada · nasceu em 1968

Roberto Yamada se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008CIDADANIA2012PT2016PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PAN (2004), CIDADANIA (2008), PT (2012), PSOL (2016).

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPANCIDADANIAPTPSOL2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Paulínia (SP)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito2.084 votos, 6,1%
  2. 2012
    Vice-prefeito · Paulínia (SP)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Dixon Carvalho
    chapa não eleita6.473 votos da chapa, 22,1%
  3. 2008
    Vereador · Paulínia (SP)
    CIDADANIA 23223· centro
    candidatura não chegou à urna
  4. 2004
    Vereador · Paulínia (SP)
    PAN 26223· sem classificação
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Roberto Yamada declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 4,2 mi, já descontada a inflação.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,1 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 950.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 2,1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Yamada declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 32 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Paulínia (SP) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 32,1 mil
0% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,1 mil.
  1. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 27,5 mil85,9%
  2. Próprio bolsoR$ 4.53414,1%

Para onde foi

R$ 32 mil
O maior gasto foi com material impresso: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 6.47720,3%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 6.47720,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Paulínia (SP), 2016

Roberto Yamada: R$ 15,3 por voto (mediana da disputa, R$ 15,3). Quem venceu, Pavan, gastou R$ 141 por voto. O voto mais caro custou R$ 148; o mais barato, R$ 8,16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Yamada. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Tuta CIDADANIAR$ 2 milhões · 13.765 votosR$ 148
  • Pavan PSDBR$ 2,4 milhões · 17.239 votosR$ 141
  • Roberto Yamada PSOLR$ 32 mil · 2.084 votosR$ 15,3
  • Kielson DEMOCRATAR$ 6,3 mil · 777 votosR$ 8,16

Votos por real

  • 2016, prefeito: 65 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.