Roberto Sales
nasceu em 1957
Roberto Sales se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 2 partidos: PSB (2004–2008), MDB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, superior completo, prefeito, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPSB 40000· centro-esquerdasuplente4.701 votos; 266º mais votado de 852 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Roberto Sales teve 4.701 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 266º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 122 cidades. Arinos deu 67,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Sales declarou R$ 4,6 mi em bens, em reais de hoje: 9,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.
Declarou 9,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- Roberto SalesR$ 4,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- No setor habitacional arniqueira brasilia-dfR$ 1,3 miCasa
- Gleba de terras de 295R$ 1,1 miTerreno rural
- Gleba de terras de 200 ha no município de arinosR$ 763,6 milTerreno rural
- Sala com garagem no edificio terra brasilisR$ 389,9 milTerreno
- Avenida francisco pereira com 15.000 m²R$ 324,9 milTerreno
- Gleba rual de 300 ha no distrito bom jesus em igrejinha -MGR$ 243,7 milTerreno rural
- Gleba de 30 ha na fazenda brejo no município de arinosR$ 227,5 milTerreno rural
- Camioneta nissan frontie 2013/2014R$ 162,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Na rua 09 quadra 19-A lote 15 em sagarana no município de…R$ 48,7 milCasa
- Gleba de terra de 3 ha no bairro crispim santana em arins-mgR$ 48,7 milTerreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto Sales declarou ao TSE R$ 285 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 162 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Arinos (MG) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- EscritórioR$ 6.3913,9%
- EventosR$ 3.7242,3%
- OutrosR$ 2.4291,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Arinos (MG), 2016
Roberto Sales: R$ 56,6 por voto (mediana da disputa, R$ 26). Quem venceu, Carlos Alberto, gastou R$ 25,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,6; o mais barato, R$ 25,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Sales. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Roberto Sales MDBR$ 162 mil · 2.859 votosR$ 56,6
- Willian Do Café PTBR$ 52 mil · 1.989 votosR$ 26
- Carlos Alberto PSDR$ 134 mil · 5.308 votosR$ 25,3
Votos por real
- 2016, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 575 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 42 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.