Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Roberto Ramos da Silva

nasceu em 1969

Roberto Ramos da Silva disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Coromandel (MG)), pelo MDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Coromandel (MG)
    MDB 15789· centro-direita
    eleito747 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto Ramos da Silva declarou R$ 364 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 364 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 224.025 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Roberto Ramos da SilvaR$ 364 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 364 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa residencial e lote de terrenoR$ 146,7 mil
    Casa
  2. Banco do brasilR$ 85,8 mil
    Previdência VGBL
  3. Ourocap BB, CDB bradesco, bradesco capitalizaçãoR$ 58,7 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. Chevrolet classicR$ 55,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Parte terras faz. ouroR$ 9.171
    Terra nua
  6. Parte de terras faz. santanaR$ 7.527
    Terra nua
  7. Cooperativa mista de adamantinaR$ 749
    Fundo de Investimento Imobiliário

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Roberto Ramos da Silva declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Coromandel (MG) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 26,7 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 21 mil78,7%
  2. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 5.70021,3%

Para onde foi

R$ 26,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal8 pessoas, não nomeadasR$ 11,4 mil43,1%
  2. TransporteTudo de Comercial Guapiara EireliR$ 2.5919,8%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4371,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Coromandel (MG), 2016

Roberto Ramos Da Silva: R$ 35,4 por voto (mediana da disputa, R$ 35,4). Quem venceu, Fernando Breno, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,3; o mais barato, R$ 12,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Ramos Da Silva. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.