Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Roberto Protético

Roberto Rojo Rodrigues · nasceu em 1957

Roberto Protético se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PSD2014PSD2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), PSD (2012–2016).

Dep. federalVereadorPartidoPDTPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, protético, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Amambai (MS)
    PSD 55555· direita
    suplente
  2. 2014
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    PSD 5567· direita
    suplente1.846 votos; 53º mais votado de 116 no estado
  3. 2012
    Vereador · Amambai (MS)
    PSD 55123· direita
    eleito518 votos
  4. 2008
    Vereador · Amambai (MS)
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito858 votos
  5. 2004
    Vereador · Amambai (MS)
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito580 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Roberto Protético teve 1.846 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 53º lugar entre 116 candidatos.

Recebeu votos em 27 cidades. Amambai deu 81,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.

1.846 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.846 votos.
  1. Amambai (MS)1.505 votos81,5%
  2. Coronel Sapucaia (MS)142 votos7,7%
  3. Campo Grande (MS)42 votos2,3%
  4. Naviraí (MS)26 votos1,4%
  5. Iguatemi (MS)25 votos1,4%
  6. Outras 12 cidades19 votos1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto Protético declarou R$ 215,2 mil em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 156,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 215,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 132.451 na declaração)

Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Roberto ProtéticoR$ 215,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 215,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa de alvenariaR$ 130 mil
    Casa
  2. DinheiroR$ 66,6 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Moto yamaha drag star xvr 650R$ 14,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Saldo em conta corrente banco brasil ag.amambai-msR$ 2.530
    Dinheiro em espécie
  5. Titulo de capitalização hsbcR$ 1.452
    Fundo de Investimento Imobiliário

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Roberto Protético declarou ao TSE R$ 541 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 353 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Amambai (MS) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 27,5 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 25,4 mil92,4%
  2. PessoasR$ 2.1057,6%

Para onde foi

R$ 27,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,5 mil.
  1. PessoalR$ 9.58634,8%
  2. Material impressoR$ 8.79431,9%
  3. TransporteR$ 6.19522,5%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2.91510,6%
  5. EscritórioR$ 370,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Amambai (MS), 2016

Roberto Protético: R$ 106 por voto (mediana da disputa, R$ 91,5). Quem venceu, Dilmar Bervian, gastou R$ 45,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 270; o mais barato, R$ 45,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Protético. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 9,4 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 5,2 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 9,3 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.