Roberto Paulino
Antonio Roberto de Sousa Paulino · nasceu em 1951
Roberto Paulino se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2014
- 2010
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Roberto Paulino teve 41.053 votos para deputado federal, 2,1% dos votos válidos do estado: 18º lugar entre 77 candidatos.
Recebeu votos em 179 cidades. Guarabira deu 28,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Roberto Paulino declarou R$ 2,5 mi em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2010 e 2020.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2020.
- Roberto PaulinoR$ 2,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 231,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 288,1 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Edificio porto imperialR$ 1,2 miApartamento
- Situado na rua epitacio pessoaR$ 430,9 milCasa
- Situado na avenida dom pedro IIR$ 316 milPrédio comercial
- Loteamento prainhaR$ 215,5 milCasa
- Sitio lajes no municipio de guarabiraR$ 186,7 milTerra nua
- CAOACHERY/ARRIZO5 rxR$ 84,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto Paulino declarou ao TSE R$ 8,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para governador: R$ 7,4 milhões.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Guarabira (PB) · MDB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico BrasileiroR$ 141,5 mil66,8%
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 63,2 mil29,8%
- Próprio bolsoR$ 7.0763,3%
Para onde foi
- InternetR$ 2.8301,6%
- PessoalR$ 1.1320,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Guarabira (PB), 2020
Roberto Paulino: R$ 16,2 por voto (mediana da disputa, R$ 24,4). Quem venceu, Marcus Diogo, gastou R$ 24,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 25,4; o mais barato, R$ 16,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Paulino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Teotônio PDTR$ 171 mil · 6.721 votosR$ 25,4
- Marcus Diogo PSDBR$ 357 mil · 14.646 votosR$ 24,4
- Roberto Paulino MDBR$ 176 mil · 10.908 votosR$ 16,2
Votos por real
- 2020, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2018, senador: 596 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 93 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2002, governador: 82 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.