Apuração
Prefeito · 2020 · MDB

Roberto Paulino

Antonio Roberto de Sousa Paulino · nasceu em 1951

Roberto Paulino se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2010MDB2014MDB2018MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

GovernadorVice-gov.SenadorDep. federalPrefeitoPartidoMDB’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Guarabira (PB)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito10.908 votos, 33,8%
  2. 2018
    Senador · Paraíba
    MDB 151· direita
    não eleito262.998 votos, 7,7%
  3. 2014
    Vice-governador · Paraíba
    MDB 15· centro-direita
    Na chapa de Vital
    chapa não eleita106.162 votos da chapa, 5,2%
  4. 2010
    Deputado federal · Paraíba
    MDB 1502· centro
    suplente41.053 votos; 18º mais votado de 77 no estado
  5. 2002
    Governador · Paraíba
    MDB 15· centro
    não eleito637.239 votos, 40,0%; 2º turno, 48,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Roberto Paulino teve 41.053 votos para deputado federal, 2,1% dos votos válidos do estado: 18º lugar entre 77 candidatos.

Recebeu votos em 179 cidades. Guarabira deu 28,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,2%.

41.053 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 41.053 votos.
  1. Guarabira (PB)11.664 votos28,4%
  2. João Pessoa (PB)8.989 votos21,9%
  3. Bayeux (PB)3.721 votos9,1%
  4. Araçagi (PB)2.478 votos6%
  5. Mamanguape (PB)1.279 votos3,1%
  6. Outras 164 cidades5.245 votos12,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Roberto Paulino declarou R$ 2,5 mi em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2010 e 2020.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,5 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.709.000 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2020.

  • Roberto PaulinoR$ 2,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 231,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 288,1 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Edificio porto imperialR$ 1,2 mi
    Apartamento
  2. Situado na rua epitacio pessoaR$ 430,9 mil
    Casa
  3. Situado na avenida dom pedro IIR$ 316 mil
    Prédio comercial
  4. Loteamento prainhaR$ 215,5 mil
    Casa
  5. Sitio lajes no municipio de guarabiraR$ 186,7 mil
    Terra nua
  6. CAOACHERY/ARRIZO5 rxR$ 84,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto Paulino declarou ao TSE R$ 8,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para governador: R$ 7,4 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Guarabira (PB) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 211,8 mil
67% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 211,8 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico BrasileiroR$ 141,5 mil66,8%
  2. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 63,2 mil29,8%
  3. Próprio bolsoR$ 7.0763,3%

Para onde foi

R$ 176,4 mil
O maior gasto foi com serviços: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 176,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetR$ 2.8301,6%
  2. PessoalR$ 1.1320,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Guarabira (PB), 2020

Roberto Paulino: R$ 16,2 por voto (mediana da disputa, R$ 24,4). Quem venceu, Marcus Diogo, gastou R$ 24,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 25,4; o mais barato, R$ 16,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Paulino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2018, senador: 596 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 93 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
  • 2002, governador: 82 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.