Apuração
Vereador · 2008 · AVANTE

Pr. Roberto Luiz

Roberto Luiz da Silva · nasceu em 1966

Pr. Roberto Luiz se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSC2008AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSC (2006), AVANTE (2008).

Dep. estadualVereadorPartidoPSCAVANTE20062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, ensino médio, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    AVANTE 70111· centro-direita
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSC 20852· direita· na urna, Roberto Luiz
    suplente1.662 votos; 396º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Pr. Roberto Luiz teve 1.662 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 396º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 45 cidades. Belo Horizonte deu 61,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.

1.662 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.662 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)1.020 votos61,4%
  2. Cataguases (MG)90 votos5,4%
  3. Astolfo Dutra (MG)79 votos4,8%
  4. Contagem (MG)65 votos3,9%
  5. Vespasiano (MG)62 votos3,7%
  6. Outras 30 cidades87 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pr. Roberto Luiz declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 11 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11 mil.
  1. PessoasR$ 6.34857,9%
  2. Próprio bolsoR$ 2.73124,9%
  3. PartidoR$ 1.88817,2%

Para onde foi

R$ 11 mil
O maior gasto foi com material impresso: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11 mil.
  1. Material impressoR$ 7.52668,6%
  2. OutrosR$ 1.88817,2%
  3. TransporteR$ 1.28811,7%
  4. EscritórioR$ 2172%
  5. ServiçosR$ 480,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 93,6 por voto. Quem venceu, Neusinha Santos, gastou R$ 51,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 232; o mais barato, R$ 51,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 149 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.