Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Roberto Kindermann

nasceu em 1956

Roberto Kindermann disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Braço do Norte (SC)), pelo PSD: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSD2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSD 55222· direita
    eleito722 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto Kindermann declarou R$ 516,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 516,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 318.168 na declaração)

Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • Roberto KindermannR$ 516,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 516,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. VolvoR$ 125,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Random administradora de consorcioR$ 121,9 mil
    Outras participações societárias
  3. HB20S 1.6 premium AN0 2015R$ 108,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Terreno de 812M² situado em braço do norteR$ 50,5 mil
    Terreno
  5. Loja comercial na rua nereu ramos recebido de doação do paiR$ 40,6 mil
    Outros bens móveis
  6. Terreno em jaguaruna bairro camacho 300M²R$ 34,8 mil
    Terreno
  7. Terreno com casa de alvenariaR$ 32,7 mil
    Terreno
  8. Reboque mdf ano 1997R$ 1.625
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Roberto Kindermann declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, em reais de hoje, 2% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Braço do Norte (SC) · PSD · eleito

De onde veio

R$ 6.462
2% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.462.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.40052,6%
  2. PartidoTudo de Partido Social Democratico - PsdR$ 2.36636,6%
  3. Próprio bolsoR$ 5678,8%
  4. Fundo partidárioR$ 1302%

Para onde foi

R$ 6.446
O maior gasto foi com transporte: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.446. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 97215,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2103,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Braço do Norte (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Perin, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,8; o mais barato, R$ 14,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.