Apuração
Vereador · 2004 · PT

Roberto Imme

Roberto Carlos Imme · nasceu em 1971

Roberto Imme se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalVereadorPartidoPT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 33 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Blumenau (SC)
    PT 13031· centro-esquerda
    suplente2.084 votos
  2. 2002
    Deputado federal · Santa Catarina
    PT 1331· centro-esquerda
    suplente32.394 votos; 33º mais votado de 120 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Roberto Imme teve 32.394 votos para deputado federal, 1,1% dos votos válidos do estado: 33º lugar entre 120 candidatos.

Recebeu votos em 186 cidades. Blumenau deu 69,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.

32.394 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 32.394 votos.
  1. Blumenau (SC)22.636 votos69,9%
  2. Gaspar (SC)2.093 votos6,5%
  3. Indaial (SC)876 votos2,7%
  4. Florianópolis (SC)677 votos2,1%
  5. Pomerode (SC)613 votos1,9%
  6. Outras 171 cidades2.675 votos8,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Imme declarou ao TSE R$ 254 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 196 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Blumenau (SC) · PT · suplente

De onde veio

R$ 58,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 58,7 mil.
  1. EmpresasR$ 24,4 mil41,6%
  2. PessoasR$ 23 mil39,2%
  3. Próprio bolsoR$ 11,2 mil19,2%

Para onde foi

R$ 58,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 58,4 mil.
  1. Material impressoR$ 26,4 mil45,2%
  2. TransporteR$ 15,1 mil25,8%
  3. ServiçosR$ 10,1 mil17,3%
  4. EscritórioR$ 6.79011,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Blumenau (SC), 2004

Roberto Imme: R$ 28 por voto (mediana da disputa, R$ 24,8). Quem venceu, Jean Kuhlmann, gastou R$ 6,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,1; o mais barato, R$ 6,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Imme. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 166 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.