Roberto Dolce
Roberto de Souza Dolce · nasceu em 1974
Roberto Dolce se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2008), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Dolce declarou R$ 255,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Roberto DolceR$ 255,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa de alvenaria medindo 110M²R$ 195 milCasa
- Terreno medindo 276M²R$ 48,7 milTerreno
- Moto honda cg 125 ano/modelo /R$ 5.686Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda biz 125 ano 2007R$ 5.686Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Dolce declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Guarantã do Norte (MT) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.59143,2%
- Próprio bolsoR$ 2.08134,7%
- Fundo partidárioR$ 72912,2%
- Outros candidatosR$ 5939,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.58643,9%
- PessoalR$ 1.44124,5%
- Material impressoR$ 1.13719,3%
- ServiçosR$ 72912,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Guarantã do Norte (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,4 por voto. Quem venceu, Zilmar, gastou R$ 36,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 456; o mais barato, R$ 23,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jô Da Chacará SOLIDARIEDADER$ 8,2 mil · 18 votosR$ 456
- Kare Lima DEMOCRATAR$ 9 mil · 26 votosR$ 346
- Lenir Cabeleleira DEMR$ 8,8 mil · 39 votosR$ 225
- Donizete Maroca REPUBLICANOSR$ 12 mil · 107 votosR$ 117
- Ronaldo Da Solução Consultoria PSCR$ 9 mil · 137 votosR$ 65,9
- Agnaldo Miranda PSBR$ 10 mil · 228 votosR$ 44,4
- Russo Leiteiro SOLIDARIEDADER$ 8,9 mil · 235 votosR$ 38
- Zilmar DEMR$ 15 mil · 410 votosR$ 36,1
- Adão Elizeu PSDR$ 9,3 mil · 259 votosR$ 36
- Frank PSBR$ 11 mil · 348 votosR$ 31,2
- Rejane Beira Mata PROSR$ 8,1 mil · 341 votosR$ 23,9
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.