Russo Leiteiro
Edelir Antonio Guerrezi · nasceu em 1963
Russo Leiteiro se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2008), PT (2012), SOLIDARIEDADE (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Russo Leiteiro declarou R$ 146,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 135,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Russo LeiteiroR$ 146,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Lote 23, quadra 7, bairro aeroporto, 360 metros quadradosR$ 57,5 milTerreno
- Lote 24, quadra 7, bairro aeroporto, 360 metros quadradosR$ 57,5 milTerreno
- Motocicleta yamaha factor 2014R$ 10,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta yamaha factor 2011R$ 9.337Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta honda biz 2008R$ 7.470Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta sandau web 2008R$ 4.453Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Russo Leiteiro declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,9 mil, 1,3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Guarantã do Norte (MT) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.57877,7%
- PessoasR$ 73922,3%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Guarantã do Norte (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,3 por voto. Quem venceu, Silvinho Dutra, gastou R$ 7,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 389; o mais barato, R$ 6,21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jucelia Da Cruz PPR$ 4,7 mil · 12 votosR$ 389
- Junior PPR$ 4,7 mil · 20 votosR$ 234
- Ébinho Do Gás PPR$ 4,7 mil · 36 votosR$ 130
- Marinete Teixeira PPR$ 5 mil · 56 votosR$ 88,5
- Leomar Borgert PPR$ 4,7 mil · 57 votosR$ 81,9
- Dr Anilso Buchardt PRTBR$ 4,1 mil · 136 votosR$ 29,9
- Kátia Brambilla PODER$ 6,7 mil · 244 votosR$ 27,3
- Carol Bezerra PODER$ 2 mil · 92 votosR$ 22,3
- Roberto Chão Batido PPR$ 4,7 mil · 230 votosR$ 20,3
- Subtenente Márcio Gonçalves PSLR$ 8,1 mil · 506 votosR$ 16
- Silvinho Dutra PPR$ 4,7 mil · 644 votosR$ 7,25
- Frank PSBR$ 1,8 mil · 285 votosR$ 6,21
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.