Apuração
Prefeito · 2016 · PSD

Roberto de Pacheco

Roberto Leal Silva Souza · nasceu em 1977

Roberto de Pacheco disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Macambira (SE)), pelo PSD: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSD2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, até o fundamental, agente administrativo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Macambira (SE)
    PSD 55· direita
    não eleito2.514 votos, 47,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Roberto de Pacheco declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, em reais de hoje, 54% de dinheiro público.

2016 · Prefeito · Macambira (SE) · PSD · não eleito

De onde veio

R$ 56,5 mil
54% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 56,5 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Diretorio Estadual Do Partido Social Democratico - Psd / SeR$ 30,8 mil54,5%
  2. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 23,9 mil42,2%
  3. Próprio bolsoR$ 1.8623,3%

Para onde foi

R$ 56,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 56,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 9.13916,2%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.5914,6%
  3. OutrosR$ 1.7813,2%
  4. PessoalR$ 1.3762,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Macambira (SE), 2016

Roberto De Pacheco: R$ 22,5 por voto (mediana da disputa, R$ 22,5). Quem venceu, Luciano De Vital, gastou R$ 25,4 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto De Pacheco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 45 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.