Roberto de Guta
Roberto Flavio Gomes Costa · nasceu em 1953
Roberto de Guta se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), CIDADANIA (2008), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, superior incompleto, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Roberto de Guta declarou R$ 48,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Roberto de GutaR$ 48,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto de Guta declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Sapeaçu (BA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Sapeaçu (BA), 2012
Roberto De Guta: R$ 8,85 por voto (mediana da disputa, R$ 11,9). Quem venceu, Eder Galvão, gastou R$ 5,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 110; o mais barato, R$ 5,64.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto De Guta. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Steve PTR$ 7,8 mil · 71 votosR$ 110
- Maurício Do Cabo PVR$ 2,3 mil · 66 votosR$ 34,9
- Antõnio França PVR$ 2,6 mil · 103 votosR$ 25,7
- Dr. Paulo PSDBR$ 7,2 mil · 321 votosR$ 22,3
- Ramon De Sena PVR$ 5,5 mil · 406 votosR$ 13,5
- Kêka Do Jaqueirão PLR$ 3,1 mil · 262 votosR$ 11,9
- Dona Dora PSBR$ 4,9 mil · 409 votosR$ 11,9
- Beto De Oscar PRPR$ 5 mil · 438 votosR$ 11,4
- Roberto De Guta MDBR$ 2,2 mil · 251 votosR$ 8,85
- Neto Do Gelo MDBR$ 4,5 mil · 527 votosR$ 8,59
- Cristiano Da Educação PSDBR$ 2 mil · 323 votosR$ 6,24
- Eder Galvão PSDBR$ 2,3 mil · 409 votosR$ 5,64
Votos por real
- 2012, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 169 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.