Apuração
Deputado federal · 2022 · PROS

Roberto da Princezinha

Ramão Vieira de Oliveira · nasceu em 1958

Roberto da Princezinha se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2022, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PRP2010AGIR2014PROS2022PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PRP (2006), AGIR (2010), PROS (2014–2022).

Dep. federalDep. estadualPartidoPRPAGIRPROS’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 64 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2022. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Acre
    PROS 9090· direita
    não eleito230 votos; 89º mais votado de 128 no estado
  2. 2014
    Deputado federal · Acre
    PROS 9090· direita· na urna, Roberto da Princesinha
    suplente1.994 votos; 30º mais votado de 62 no estado
  3. 2010
    Deputado estadual · Acre
    AGIR 36678· centro-direita· na urna, Roberto da Princesinha
    suplente1.753 votos; 60º mais votado de 330 no estado
  4. 2006
    Deputado estadual · Acre
    PRP 44400· direita· na urna, Robero A Princezinha
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Roberto da Princezinha teve 230 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 128 candidatos.

Recebeu votos em 11 cidades. Rio Branco deu 80,4% deles.

230 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 230 votos.
  1. Rio Branco (AC)185 votos80,4%
  2. Porto Acre (AC)13 votos5,7%
  3. Brasiléia (AC)9 votos3,9%
  4. Feijó (AC)8 votos3,5%
  5. Senador Guiomard (AC)4 votos1,7%
  6. Epitaciolândia (AC)1 voto0,4%
As outras 2 eleições para deputado
1.994 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.994 votos.
  1. Rio Branco (AC)1.375 votos69%
  2. Porto Acre (AC)181 votos9,1%
  3. Tarauacá (AC)93 votos4,7%
  4. Senador Guiomard (AC)71 votos3,6%
  5. Cruzeiro do Sul (AC)50 votos2,5%
  6. Outras 5 cidades14 votos0,7%
1.753 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.753 votos.
  1. Rio Branco (AC)776 votos44,3%
  2. Porto Acre (AC)323 votos18,4%
  3. Epitaciolândia (AC)215 votos12,3%
  4. Brasiléia (AC)77 votos4,4%
  5. Assis Brasil (AC)71 votos4,1%
  6. Outras 3 cidades8 votos0,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Roberto da Princezinha declarou R$ 872,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 783,2 mil acima da inflação.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 872,6 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 450.001 na declaração)

Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Acre em 2014.

  • Roberto da PrincezinhaR$ 872,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 203,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 761,1 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 872,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto da Princezinha declarou ao TSE R$ 426 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 288 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Acre · PROS · suplente

De onde veio

R$ 288 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 288 mil
O maior gasto foi com transporte: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 288 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 4.8001,7%
  2. OutrosR$ 2.4190,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Acre, 2014

Roberto Da Princesinha: R$ 144 por voto (mediana da disputa, R$ 50,5). Quem venceu, Major Rocha, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.032; o mais barato, R$ 10,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Da Princesinha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 6,9 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.