Apuração
Vice-prefeito · 2012 · DEM

Roberto da Barra

Paulo Roberto Rodrigues · nasceu em 1965

Roberto da Barra se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,55← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSL2008PSL2012DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PSL (2004–2008), DEM (2012).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSLDEM20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Jundiaí do Sul (PR)
    DEM 25· direita
    Na chapa de Eclair
    chapa não eleita1.115 votos da chapa, 49,2%
  2. 2008
    PSL 17456· direita
    eleito87 votos
  3. 2004
    PSL 17456· direita
    eleito144 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Roberto da Barra declarou R$ 438,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 203,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 438,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 438,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Roberto da Barra declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Jundiaí do Sul (PR) · PSL · eleito

De onde veio

R$ 1.606
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.606.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 80350%
  2. Próprio bolsoR$ 80350%

Para onde foi

R$ 1.606
O maior gasto foi com outros: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.606.
  1. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 80350%
  2. TransporteTudo de Pedro Marques Da Silva Júnior & Cia. Ltda.R$ 40225%
  3. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 39424,5%
  4. EscritórioR$ 80,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Jundiaí do Sul (PR), 2008

Roberto Da Barra: R$ 18,5 por voto (mediana da disputa, R$ 21,8). Quem venceu, Irineu, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 14,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Da Barra. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.