Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Roberto Carlos

Roberto Carlos de Carvalho · nasceu em 1974

Roberto Carlos disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Presidente Bernardes (MG)), pelo MDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15789· centro-direita
    eleito275 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto Carlos declarou R$ 364,7 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 364,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 224.500 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Roberto CarlosR$ 364,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 364,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Rua radialista sinesio silvaR$ 162,5 mil
    Casa
  2. Lote de terra no bairro pedro sabinoR$ 81,2 mil
    Terra nua
  3. Lote de terra no bairro copasa na cidade de piranga MGR$ 65 mil
    Terra nua
  4. Fiat siena ano 2007/2007R$ 27,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Fiat uno fire 2007/2008R$ 21,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Motocilceta honda cg 150 fan esi 2009/2010R$ 7.311
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Roberto Carlos declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Presidente Bernardes (MG) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 6.185
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.185.
  1. Próprio bolsoR$ 5.82994,2%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Jazon Haroldo Silva Almeida PrefeitoR$ 3325,4%
  3. PessoasR$ 240,4%

Para onde foi

R$ 6.185
O maior gasto foi com transporte: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.185.
  1. Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 5.82994,2%
  2. Material impressoTudo de Eleicao 2016 Jazon Haroldo Silva Almeida PrefeitoR$ 3325,4%
  3. ServiçosR$ 240,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Bernardes (MG), 2016

Roberto Carlos: R$ 22,5 por voto (mediana da disputa, R$ 22,5). Quem venceu, Juliana Do Hospital, gastou R$ 9,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,3; o mais barato, R$ 9,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.