Roberto Bruno
Roberto Bruno Alves Pedrosa · nasceu em 1963
Roberto Bruno se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 45 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Roberto Bruno declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2008.
- Roberto BrunoR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Apartamento em belém/paR$ 458,4 milImóveis
- Casa campina grande/pbR$ 215,7 milImóveis
- Sala comercial belém/paR$ 202,2 milImóveis
- Ford fiestaR$ 102,5 milVeículos, barcos e aeronaves
- Trual 97/98R$ 21,6 milOutros
- Moto hondaR$ 21,6 milVeículos, barcos e aeronaves
- Terreno colares/paR$ 13,5 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Bruno declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 8,5 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Colares (PA) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Colares (PA), 2008
Mediana da disputa: R$ 27,4 por voto. Quem venceu, Baratão, gastou R$ 7,45 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 7,45.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Solimar DCR$ 14 mil · 119 votosR$ 115
- Hélio PTR$ 11 mil · 105 votosR$ 103
- Natinho PPR$ 8,7 mil · 178 votosR$ 48,7
- Prof. Ronaldo Miranda PTR$ 8,9 mil · 186 votosR$ 47,9
- Prof.. João Carlos PTR$ 4,4 mil · 142 votosR$ 31,2
- Valderil DEMR$ 6,1 mil · 205 votosR$ 29,7
- Conceição PLR$ 4,3 mil · 157 votosR$ 27,4
- Marquinho PTR$ 2,5 mil · 105 votosR$ 23,6
- Wálter Miranda PLR$ 5,6 mil · 280 votosR$ 20,1
- Lalá PPR$ 3,5 mil · 194 votosR$ 18,2
- Casimiro MDBR$ 2,4 mil · 134 votosR$ 17,7
- Baratão PSBR$ 1,8 mil · 248 votosR$ 7,45
Votos por real
- 2008, vereador: 2 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.