Professor Ronaldo Miranda
Ronaldo Miranda de Oliveira · nasceu em 1967
Professor Ronaldo Miranda se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Ronaldo Miranda declarou R$ 100,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 6.357 acima da inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Professor Ronaldo MirandaR$ 100,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Ronaldo Miranda declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Colares (PA) · PTB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 2.25168,1%
- Próprio bolsoR$ 1.05231,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 1.42543,4%
- Material impressoR$ 1.01430,9%
- PessoalR$ 82625,1%
- EscritórioR$ 190,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Colares (PA), 2016
Professor Ronaldo Miranda: R$ 29,6 por voto (mediana da disputa, R$ 29,6). Quem venceu, Prof. Robson, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Ronaldo Miranda. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joana PSDBR$ 7,3 mil · 54 votosR$ 135
- Lene, A Ruiva PSDBR$ 3 mil · 34 votosR$ 88,6
- Lauro PSDBR$ 3,2 mil · 44 votosR$ 72,1
- Gerson Felício PROSR$ 3 mil · 81 votosR$ 37,2
- Junior PPR$ 8,1 mil · 240 votosR$ 33,7
- Professor Ronaldo Miranda PTBR$ 3,3 mil · 111 votosR$ 29,6
- Neto Da Fluvial AGIRR$ 3 mil · 113 votosR$ 26,7
- Nilzinho PLR$ 8,2 mil · 318 votosR$ 25,8
- Edson Rebelo PSBR$ 4,8 mil · 197 votosR$ 24,5
- Lalá PPR$ 4,6 mil · 308 votosR$ 15
- Prof. Robson PSDBR$ 3,3 mil · 293 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.