Roberto
Roberto Correa de Camargo · nasceu em 1961
Roberto disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Ipê (RS)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Roberto declarou R$ 110,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- RobertoR$ 110,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Roberto declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Ipê (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.21377,1%
- PessoasR$ 80319,3%
- PartidoR$ 1503,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.32955,9%
- Material impressoR$ 1.59038,2%
- OutrosR$ 1503,6%
- EscritórioR$ 962,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Ipê (RS), 2008
Roberto: R$ 54,1 por voto (mediana da disputa, R$ 54,1). Quem venceu, Itacyr Marcon, gastou R$ 13,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 213; o mais barato, R$ 13,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sergio Oliveira PTR$ 5,3 mil · 25 votosR$ 213
- Fabiano Silva PTR$ 3,8 mil · 21 votosR$ 183
- Regina Soares PTR$ 4,9 mil · 41 votosR$ 118
- Wilmar Pauletti PTR$ 6,4 mil · 68 votosR$ 94,3
- Juarez Righez PTR$ 5,8 mil · 89 votosR$ 65,4
- Adilso Salvador PTR$ 9,7 mil · 177 votosR$ 54,5
- Roberto PPR$ 4,2 mil · 77 votosR$ 54,1
- Moacir Pichetti PPR$ 3,9 mil · 151 votosR$ 25,5
- Zé Mário MDBR$ 4,6 mil · 189 votosR$ 24,4
- Gessi PPR$ 4,3 mil · 216 votosR$ 19,8
- Neudi Balancelli MDBR$ 4 mil · 231 votosR$ 17,4
- Itacyr Marcon MDBR$ 5,2 mil · 383 votosR$ 13,6
Votos por real
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.