Apuração
Deputado estadual · 2002 · PODE

Roberto

Carlos Roberto da Silva · nasceu em 1963

Roberto disputou uma eleição, em 2002, para deputado estadual (Goiás), pelo PODE: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPODE2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2002, não eleito.

Declarou ao TSE em 2002: 39 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado estadual · Goiás
    PODE 19900· centro-direita
    não eleito1.756 votos; 229º mais votado de 485 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Roberto teve 1.756 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 229º lugar entre 485 candidatos.

Recebeu votos em 60 cidades. Aparecida de Goiânia deu 38,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,9%.

1.756 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.756 votos.
  1. Aparecida de Goiânia (GO)671 votos38,2%
  2. Goiânia (GO)556 votos31,7%
  3. Diorama (GO)175 votos10%
  4. Moiporá (GO)103 votos5,9%
  5. Leopoldo de Bulhões (GO)30 votos1,7%
  6. Outras 45 cidades107 votos6,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Roberto declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado estadual · Goiás · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 13,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,5 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 6.74650%
  2. Próprio bolsoR$ 6.74650%

Para onde foi

R$ 13,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,5 mil.
  1. TransporteR$ 6.74650%
  2. ServiçosR$ 4.76235,3%
  3. EscritórioR$ 1.98414,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2002

Mediana da disputa: R$ 40,6 por voto. Quem venceu, Célio Silveira, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 14.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 130 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.