Apuração
Vereador · 2012 · MDB

Ivan Ornelas

nasceu em 1955

Ivan Ornelas se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2006PT2008PT2010MDB2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2012 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Passou por 2 partidos: PT (2002–2008), MDB (2010–2012).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTMDB200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Formosa (GO)
    MDB 15013· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2010
    Deputado estadual · Goiás
    MDB 15013· centro
    candidatura não chegou à urna
  3. 2008
    Prefeito · Formosa (GO)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito443 votos, 1,0%
  4. 2006
    Deputado estadual · Goiás
    PT 13103· centro-esquerda
    suplente7.722 votos; 108º mais votado de 473 no estado
  5. 2002
    Deputado estadual · Goiás
    PT 13103· centro-esquerda
    eleito10.310 votos; 73º mais votado de 485 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Ivan Ornelas teve 7.722 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 108º lugar entre 473 candidatos.

Recebeu votos em 68 cidades. Formosa deu 38,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,4%.

7.722 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 7.722 votos.
  1. Formosa (GO)2.938 votos38%
  2. Flores de Goiás (GO)630 votos8,2%
  3. Vila Boa (GO)582 votos7,5%
  4. Sítio D'abadia (GO)476 votos6,2%
  5. Posse (GO)401 votos5,2%
  6. Outras 53 cidades667 votos8,6%
As outras 1 eleições para deputado
10.310 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 10.310 votos.
  1. Formosa (GO)7.471 votos72,5%
  2. Goiânia (GO)761 votos7,4%
  3. Alvorada do Norte (GO)241 votos2,3%
  4. Flores de Goiás (GO)231 votos2,2%
  5. Alto Paraíso de Goiás (GO)166 votos1,6%
  6. Outras 90 cidades665 votos6,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ivan Ornelas declarou R$ 438,3 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 17,5 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 500 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 438,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)

Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.

  • Ivan OrnelasR$ 438,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 438,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Ivan Ornelas declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 584 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Formosa (GO) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 36 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 32,5 mil90,4%
  2. Outros candidatosR$ 3.4709,6%

Para onde foi

R$ 36 mil
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36 mil.
  1. Material impressoR$ 17,6 mil48,9%
  2. TransporteR$ 12,9 mil36%
  3. PessoalR$ 5.36114,9%
  4. EscritórioR$ 910,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Formosa (GO), 2012

Mediana da disputa: R$ 65,4 por voto. Quem venceu, Mundim, gastou R$ 31,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 188; o mais barato, R$ 31,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 6,9 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.