Roberth Bringel
Raimundo Roberth Bringel Martins · nasceu em 1952
Roberth Bringel se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2018, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2018: 66 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20181º suplente de senador · MaranhãoDEM 123· direitaNa chapa de Weverton Rochachapa eleita1.997.450 votos da chapa
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Roberth Bringel declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 12,3 mi, já descontada a inflação.
Os 41 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 288,5 milConsórcio não contemplado
- #Nulo#R$ 276,7 milTerra nua
- #Nulo#R$ 274 milTerra nua
- #Nulo#R$ 211,8 milConta corrente no país
- #Nulo#R$ 121,8 milTerra nua
- #Nulo#R$ 118,7 milApartamento
- #Nulo#R$ 91,3 milTerra nua
- #Nulo#R$ 76,1 milTerra nua
- #Nulo#R$ 53,3 milTerra nua
- #Nulo#R$ 38 milTerra nua
- #Nulo#R$ 38 milTerra nua
- #Nulo#R$ 38 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 36,5 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 30,4 milTerra nua
- #Nulo#R$ 17 milCaderneta de poupança
- #Nulo#R$ 16,7 milTerra nua
- #Nulo#R$ 16,6 milTerra nua
- #Nulo#R$ 16,6 milTerra nua
- #Nulo#R$ 16,6 milTerra nua
- #Nulo#R$ 16,6 milTerra nua
- #Nulo#R$ 15,2 milTerra nua
- #Nulo#R$ 14,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 12,2 milTerra nua
- #Nulo#R$ 12,2 milTerra nua
- #Nulo#R$ 12,2 milTerra nua
- #Nulo#R$ 9.132Terra nua
- #Nulo#R$ 5.368Terra nua
- #Nulo#R$ 5.270Terra nua
- #Nulo#R$ 4.997Terra nua
- #Nulo#R$ 4.968Terra nua
- #Nulo#R$ 4.930Terra nua
- #Nulo#R$ 4.920Terra nua
- #Nulo#R$ 4.913Terra nua
- #Nulo#R$ 4.905Terra nua
- #Nulo#R$ 4.899Terra nua
- #Nulo#R$ 4.855Terra nua
- #Nulo#R$ 4.805Terra nua
- #Nulo#R$ 3.672Terra nua
- #Nulo#R$ 3.465Terra nua
- #Nulo#R$ 691Conta corrente no país
- 1 item de caderneta de poupançaR$ 11Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberth Bringel declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 851 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Santa Inês (MA) · DEM · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 69,6 mil8,2%
- Próprio bolsoR$ 31,9 mil3,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 39,6 mil4,7%
- EscritórioR$ 10,1 mil1,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Inês (MA), 2008
Roberth Bringel: R$ 34,7 por voto (mediana da disputa, R$ 34,7).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra. Luana PSBR$ 686 mil · 15.575 votosR$ 44,1
- Roberth Bringel DEMR$ 851 mil · 24.548 votosR$ 34,7
Votos por real
- 2008, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 57 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.