Riva Veloso
Rivailton Ribeiro Veloso da Silva · nasceu em 1982
Riva Veloso se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: AGIR (2010–2016), PATRIOTA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · BahiaAGIR 3615· centro-direita· na urna, Rivailton Velososuplente4.393 votos; 101º mais votado de 243 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Riva Veloso teve 4.393 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 101º lugar entre 243 candidatos.
Recebeu votos em 120 cidades. Salvador deu 67,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Riva Veloso declarou R$ 162,5 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 162,4 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Riva VelosoR$ 162,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Riva Veloso declarou ao TSE R$ 281 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 231 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Salvador (BA) · AGIR · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 3.31984,5%
- Fundo partidárioR$ 3047,7%
- PartidoR$ 3047,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.23882,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 60715,5%
- EscritórioR$ 661,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Salvador (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,2 por voto. Quem venceu, Marcelle Moraes, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 16,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabricio Figueredo PROSR$ 298 mil · 1.860 votosR$ 160
- Chico Lopes PSDBR$ 258 mil · 2.103 votosR$ 123
- Taissa Gama PTBR$ 447 mil · 4.727 votosR$ 94,6
- Professor Rui PC do BR$ 332 mil · 4.077 votosR$ 81,4
- Edvaldo Brito PSDR$ 345 mil · 6.596 votosR$ 52,2
- Aleluia DEMR$ 436 mil · 8.941 votosR$ 48,8
- Paulo Magalhães Junior PVR$ 389 mil · 9.429 votosR$ 41,2
- Geraldo Junior SOLIDARIEDADER$ 536 mil · 13.685 votosR$ 39,2
- Leo Prates DEMR$ 365 mil · 12.549 votosR$ 29,1
- Paulo Camara PSDBR$ 501 mil · 18.432 votosR$ 27,2
- Duda Sanches DEMR$ 269 mil · 14.455 votosR$ 18,6
- Marcelle Moraes PVR$ 255 mil · 15.727 votosR$ 16,2
Votos por real
- 2016, vereador: 374 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 19 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.