Fabricio Figueredo
Fabricio Argolo Figueredo · nasceu em 1978
Fabricio Figueredo se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PROS (2016), PDT (2018–2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado federal · BahiaPDT 1200· centro-esquerdasuplente12.245 votos; 83º mais votado de 447 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Fabricio Figueredo teve 12.245 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 83º lugar entre 447 candidatos.
Recebeu votos em 323 cidades. Salvador deu 27,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Fabricio Figueredo declarou R$ 298,3 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 3,1 mi, já descontada a inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- Fabricio FigueredoR$ 298,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Fabricio Figueredo declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 753 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Lauro de Freitas (BA) · PSD · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 20,8 mil64,2%
- Fundo eleitoralR$ 11,6 mil35,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 22 mil67,8%
- Material impressoR$ 10,4 mil32%
- InternetR$ 440,1%
- EscritórioR$ 13< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Lauro de Freitas (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 74,3 por voto. Quem venceu, Cesar Grandão, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 759; o mais barato, R$ 26,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vinicius Nieto PLR$ 172 mil · 227 votosR$ 759
- Dau PODER$ 149 mil · 472 votosR$ 316
- Andrei Castro PPR$ 81 mil · 416 votosR$ 195
- Luciana Tavares PC do BR$ 224 mil · 1.833 votosR$ 122
- Felipe Manasses PPR$ 98 mil · 830 votosR$ 119
- Junior Neves PODER$ 86 mil · 992 votosR$ 86,5
- Leila PTR$ 92 mil · 1.232 votosR$ 74,3
- Sapucaia UNIÃOR$ 140 mil · 1.969 votosR$ 71
- Decinho PTR$ 126 mil · 2.679 votosR$ 46,9
- Edilson Ferreira REPUBLICANOSR$ 79 mil · 2.687 votosR$ 29,5
- Tenóbio PLR$ 99 mil · 3.450 votosR$ 28,7
- Cesar Grandão AVANTER$ 89 mil · 3.337 votosR$ 26,6
Votos por real
- 2020, vereador: 8,3 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 16 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 6,2 votos por R$ 1.000, 5% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.