Apuração
Deputado federal · 2006 · PTB

Ricarte de Freitas

Ricarte de Freitas Junior · nasceu em 1952

Ricarte de Freitas se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2006PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Passou por 2 partidos: PSDB (2002), PTB (2006).

Dep. federalPartidoPSDBPTB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 54 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Mato Grosso
    PTB 1400· centro-direita
    suplente22.672 votos; 20º mais votado de 92 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Mato Grosso
    PSDB 4500· centro-direita· na urna, Ricarte
    eleito66.125 votos; 5º mais votado de 63 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Ricarte de Freitas teve 22.672 votos para deputado federal, 1,6% dos votos válidos do estado: 20º lugar entre 92 candidatos.

Recebeu votos em 130 cidades. Sinop deu 21,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,7%.

22.672 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 22.672 votos.
  1. Sinop (MT)4.782 votos21,1%
  2. Cuiabá (MT)1.804 votos8%
  3. Juara (MT)1.480 votos6,5%
  4. Rosário Oeste (MT)1.366 votos6%
  5. Matupá (MT)1.272 votos5,6%
  6. Outras 115 cidades5.062 votos22,3%
As outras 1 eleições para deputado
66.125 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 66.125 votos.
  1. Sinop (MT)14.546 votos22%
  2. Juara (MT)6.655 votos10,1%
  3. Alta Floresta (MT)3.609 votos5,5%
  4. Peixoto de Azevedo (MT)3.154 votos4,8%
  5. Marcelândia (MT)2.756 votos4,2%
  6. Outras 111 cidades17.959 votos27,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Ricarte de Freitas declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 370.414 na declaração)

Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso em 2006.

  • Ricarte de FreitasR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 259,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Apto 201, ed. mont. blanc em cuiabá financiadoR$ 421,7 mil
    Imóveis
  2. Area de terras com 9R$ 298,2 mil
    Bens rurais e animais
  3. Cinco lotes urbanos em sinop-mtR$ 173,9 mil
    Imóveis
  4. Caminhonete mitsubishi L200 2001 financiadoR$ 98,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Apto 101 ed. brisa do mar na trav. siderópolisR$ 53,2 mil
    Imóveis
  6. Lote rural com 60R$ 41,4 mil
    Bens rurais e animais
  7. Area de terras com 290R$ 17,9 mil
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ricarte de Freitas declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 883 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Mato Grosso · PTB · suplente

De onde veio

R$ 741,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 741,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoasR$ 31,7 mil4,3%
  2. Próprio bolsoR$ 21,9 mil3%

Para onde foi

R$ 741,9 mil
O maior gasto foi com escritório: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 741,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal28 pessoas, não nomeadasR$ 39,5 mil5,3%
  2. Material impressoR$ 11,4 mil1,5%
  3. EventosR$ 2.4440,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso, 2006

Ricarte De Freitas: R$ 32,7 por voto (mediana da disputa, R$ 29,1). Quem venceu, Valtenir Pereira, gastou R$ 6,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 334; o mais barato, R$ 3,69.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricarte De Freitas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 31 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 75 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.