Charles Caetano
Charles Caetano Rosa · nasceu em 1971
Charles Caetano se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004–2006), PL (2008–2012), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · Mato GrossoCIDADANIA 2310· centrosuplente3.934 votos; 43º mais votado de 92 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Charles Caetano teve 3.934 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 92 candidatos.
Recebeu votos em 75 cidades. Várzea Grande deu 60,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Charles Caetano declarou R$ 26,2 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- Charles CaetanoR$ 26,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Charles Caetano declarou ao TSE R$ 444 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 253 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cuiabá (MT) · PV · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,3 mil86,3%
- Outros candidatosR$ 1.63413,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.95633,1%
- PessoalR$ 3.04425,4%
- Material impressoR$ 2.47620,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.46420,6%
- RepassesR$ 240,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Cuiabá (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 99,2 por voto. Quem venceu, Renivaldo Nascimento, gastou R$ 61,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 61,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabinho Promoções PSBR$ 690 mil · 3.132 votosR$ 220
- Everton Pop PSDBR$ 345 mil · 1.738 votosR$ 198
- Dodo Veggi PRPR$ 257 mil · 1.834 votosR$ 140
- Gilberto Figueiredo PSBR$ 511 mil · 4.299 votosR$ 119
- Paulo Araujo PPR$ 318 mil · 2.984 votosR$ 106
- Onofre Junior PSBR$ 279 mil · 2.810 votosR$ 99,2
- Lueci Ramos PSDBR$ 353 mil · 3.556 votosR$ 99,2
- Dr. Ricardo Saad PSDBR$ 328 mil · 4.053 votosR$ 80,8
- Dilemario Alencar PROSR$ 261 mil · 3.332 votosR$ 78,4
- Juca Do Guaraná Filho AVANTER$ 283 mil · 3.845 votosR$ 73,7
- Maurélio Ribeiro PSDBR$ 263 mil · 4.012 votosR$ 65,5
- Renivaldo Nascimento PSDBR$ 294 mil · 4.789 votosR$ 61,4
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 13 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.