Apuração
Vereador · 2012 · PTB

Ricardo Oliveira

Ricardo José de Oliveira · nasceu em 1967

Ricardo Oliveira se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PTB2010PTB2012PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTB2006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Bauru (SP)
    PTB 14015· centro-direita
    não eleito
  2. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PTB 1415· centro-direita
    suplente10.449 votos; 235º mais votado de 1.030 no estado
  3. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PTB 14001· centro-direita
    suplente3.491 votos; 569º mais votado de 1.520 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Ricardo Oliveira teve 10.449 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 235º lugar entre 1.030 candidatos.

Recebeu votos em 243 cidades. Bauru deu 83,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,3%.

10.449 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 10.449 votos.
  1. Bauru (SP)8.722 votos83,5%
  2. São Paulo (SP)301 votos2,9%
  3. Uru (SP)138 votos1,3%
  4. Paraguaçu Paulista (SP)69 votos0,7%
  5. Santana de Parnaíba (SP)60 votos0,6%
  6. Outras 228 cidades802 votos7,7%
As outras 1 eleições para deputado
3.491 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.491 votos.
  1. Bauru (SP)1.848 votos52,9%
  2. Lençóis Paulista (SP)274 votos7,8%
  3. São Paulo (SP)185 votos5,3%
  4. Itaí (SP)165 votos4,7%
  5. Pederneiras (SP)157 votos4,5%
  6. Outras 103 cidades379 votos10,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ricardo Oliveira declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 227,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 477.908 na declaração)

Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Ricardo OliveiraR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Quotas de capital social empresaR$ 911,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  2. Veículo ford focusR$ 105,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Quotas de capital socialR$ 21,7 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Previdencia privadaR$ 9.221
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Oliveira declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 892 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Bauru (SP) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 139,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 139,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 100,5 mil72,3%
  2. PessoasR$ 35,7 mil25,7%
  3. PartidoR$ 2.1861,6%
  4. EmpresasR$ 6500,5%

Para onde foi

R$ 139,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 32% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 139,1 mil.
  1. PessoalR$ 45 mil32,4%
  2. TransporteR$ 39,5 mil28,4%
  3. Material impressoR$ 37,5 mil27%
  4. EventosR$ 8.6806,2%
  5. ServiçosR$ 6.1044,4%
  6. EscritórioR$ 1150,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Bauru (SP), 2012

Ricardo Oliveira: R$ 221 por voto (mediana da disputa, R$ 32,5). Quem venceu, Roberval Sakai, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Oliveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 4,5 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 12 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 30 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.